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Qual a importância da Consultoria Jurídica Preventiva?

Costumamos comparar a consultoria jurídica ao plano de saúde que, a um custo menor e a longo prazo, costuma trazer qualidade de vida ao beneficiário, evitando que a doença seja identificada já em estágio avançado, hipótese em que os custos para o restabelecimento da saúde serão muito maiores.

A referida analogia com a área jurídica tem como objeto a conservação e o restabelecimento da “saúde” da empresa, vez que, a consultoria jurídica preventiva visa a identificação prévia de problemas, minimizando danos e reduzindo custos para a atividade empresarial.

É de sabença geral que o direito, assim como o mercado, é dinâmico, novas leis são editadas, muda-se constantemente a jurisprudência acerca de diversos temas e novos entendimentos são criados diariamente.

Não obstante, é comum ver empreendedores cometerem o erro de buscar assistência jurídica apenas em momentos de crise, buscando soluções pontuais quando os problemas já existem, procurando auxilio apenas quando a empresa já está na unidade de terapia intensiva (UTI).

Mais do que ter um advogado, a implementação da consultoria jurídica, permite ao empresário ter um parceiro que conhece as minúcias da empresa e ramo de atividade, bem como, tem a capacidade de entender todas as necessidades para implementar as melhores práticas visando a prosperidade do negócio do cliente.

Indubitável é que o aconselhamento jurídico, permanente e qualificado, é indispensável para garantir a prosperidade do negócio, trazendo à empresa um diferencial no mercado pois além de ter uma linha direta para tirar dúvidas que podem surgir a todo momento, o empresário tem garantida a atualização constante, sempre que necessário, de seus contratos, regimentos internos, atos constitutivos e melhores e mais inovadoras soluções para seus problemas.

Como exemplo podemos citar a reforma trabalhista, em vigor desde novembro de 2017, que trouxe diversas inovações, desconhecidas ainda por muitos empresários, que permitiram ao empregador flexibilizar as relações empregatícias com novas formas de contratação, divisão de férias em até 3 (três) períodos, possibilidade de negociar horário de almoço, demissão de comum acordo, entre outras possibilidades.

Enfim, como se observa, o preventivo sempre tem o custo menor que o repressivo e, ao deixar de se preocupar com as demandas judiciais, o empresário pode direcionar e se atentar a sua verdadeira área de atuação, consequentemente destacando-se no mercado.

 

 

Fonte: Dr Michel Ferreira


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